Valadares vai receber apoio técnico para ampliação Sistema de Coleta Seletiva

Plano visa fazer uso das melhores técnicas em favor da coletividade

Aconteceu na manhã de terça-feira (9) no auditório Luiz Franco, a reunião sobre a Implantação e Ampliação do Sistema de Coleta Seletiva de Lixo em Governador Valadares. O município foi selecionado no edital da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM), para receber apoio técnico para melhorias na coleta. O intuito é atingir a população e promover melhorias onde já existe a coleta e ampliar também para aquelas regiões que ainda não são atendidas.

A reunião contou com a presença do secretário Municipal de Obras e Serviços Urbanos (SMOSU) Carlos Chaia, do secretário Municipal da Fazenda e do Planejamento (SMF e SEPLAN) Jamir Calili, do Engenheiro responsável pelo Gerenciamento de Resíduos Sólidos, Arthur Campos, da promotora de Justiça Sofia Oliveira, e também da Analista Ambiental do Instituto Gesois, Josiana Gonçalves Souza, vereadores, representantes das Associações de Catadores como Ascanavi e Ascaf, representantes das universidades e demais representantes da sociedade.

Segundo Arthur Campos, esse é um trabalho que o município vai realizar sob a coordenação do Instituto de Gestão de Políticas Sociais (Gesois), que enviou representantes para repassarem uma metodologia de como poderemos ampliar de forma eficiente o serviço de coleta seletiva de lixo em Valadares. “Sabemos da importância desse trabalho, e que ele não pode ser postergado. Esse é um trabalho que vai exigir mobilização social e a participação de todos da sociedade”, salienta o engenheiro.

Para o secretário Municipal da Fazenda e Planejamento Jamir Calili, não adianta fazer gestão pública no Brasil da forma como se fazia no passado, sem técnica, sem conhecimento, sem relações e sem a participação das pessoas. “Não adianta achar que a coleta seletiva é apenas separar o lixo em casa. Vai muito além, é uma grande estratégia e precisamos pensar sobre ela”. O secretário lembrou que as despesas com a coleta do lixo são maiores do que a arrecadação com a taxa de resíduos sólidos porque não temos um bom aproveitamento do lixo, mas não por falta de associações, mas por não estarmos capacitados. “Nós não precisamos inventar nada, só temos que aprender técnicas que já estão dando certo, adaptá-las ao contexto local e fazer com que isso dê certo”, esclarece.

Para a Analista Ambiental do Instituto Gesois, Josiana Souza, o tema é complexo por depender tanto da colaboração de toda a sociedade civil. “O objetivo é atingir a população e atingir essa sensibilização. Hoje 65% da população já tem o serviço de coleta seletiva e pretendemos ampliar esse percentual de atendimento também”, explica a analista.

Divulgação da Noticia –  Secretaria de Comunicação e Mobilização Social FC – Foto Yuri Barreto