Universidade na Flórida lança programa para ajudar brasileiros que estão no ensino médio no Brasil

Além dos programas “Pathway”, que ajudam os estudantes com recursos durante o primeiro ano na University of South Florida, a INTO USF, organização parceira da universidade, está reintroduzindo para Julho de 2020, o University Summer Experience, programa dedicado para alunos internacionais entre 14 a 18 anos que estão cursando o colegial (high school), e que procuram ter uma melhor preparação para iniciar seus estudos e ingressar em uma universidade americana.

O Brazilian Times conversou com João Pedro Pinto, Communications Assistant – INTO USF, que explicou como funciona o programa. De acordo com ele, o objetivo do programa é fazer com que participantes tenham a oportunidade se engajar com atividades de diferentes departamentos da University of South Florida e para que possam desenvolver mobilidade pessoal, profissional e acadêmica através da exploração da vivência na universidade americana.

Ao participar do University Summer Experience, os estudantes irão explorar a infraestrutura do campus e terão acesso à recursos acadêmicos, recreacionais e culturais de todo corpo facultativo. Para aqueles que também não tem a certeza de qual área irão cursar no futuro, no University Summer Experience também poderão explorar áreas profissionais de STEM – Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, Administração e Comunicação através de workshops e poderão conversar com especialistas de carreiras do século 21.

As atividades “hands-on” nos departamentos são relacionadas ao empreendedorismo e às competências do pensament crítico, trabalho em equipe, e resolução de problemas. O projeto principal inclui 3 fases: identificar em um problema global, desenvolver uma ideia ou solução para tal problema, e criar uma campanha de marketing e vendas.

“Esta doença ocorre em razão de um conjunto de problemas psicossociais. O fator estressante emocional é a vacinação. Não apenas o ato da vacinação, mas a crença compartilhada por aquele grupo de que a vacina pode ser perigosa. Essa apreensão provoca nas pessoas que já são vulneráveis o surgimento dos sintomas, que são agravados por estímulos que vão reforçando a ocorrência das crises”, disse o médico da USP Renato Luiz Marchetti.

Segundo ele, essa reação já foi verificado em relação a outros tipos de vacina, como as para o vírus H1N1, malária e tétano. Nesses casos, houve também um espraiamento “a partir da crença compartilhado de que tem algo acontecendo”.

Marchetti disse ainda que se a vacina não foi a causadora, tampouco os pacientes fingiu a doença. Ele citou como elementos potencializadores da difusão das crises tanto o tratamento equivocado na rede de saúde como a difusão de conteúdos nas redes sociais.

“Alguns pacientes não tiveram problemas acolhidos adequadamente, receberam tratamentos incorretos. E houve o papel da rede social. Essas crises são suscetível à sugestionabilidade. As mães postaram as crises e divulgaram na Internet, expondo a outras crianças. E isso provoca o agravamento”, avaliou.

A consultora da Organização Pan-americana de Saúde (Opas) Maria Teresa da Costa ressaltou que mais de US$ 300 milhões foram gastos em todo o mundo para examinar a eficácia da vacina contra o HPV, que atestaram o caráter seguro dela. Os eventos que ela pode produzir, acrescentou, são locais e de resolução espontânea, como dores, febre e mal estar localizados.

Costa destacou a importância da vacinação para prevenir a ocorrência do câncer de colo de útero. “Este câncer está matando mulheres e essa vacina protege em 100% para os tipos existentes. De concreto temos que o câncer mata e esta vacina previne e é importante ser imunizado jovem pois melhora a resposta”, defendeu a consultora.

Esclarecimento

O representante do Ministério da Saúde no evento, Júlio Groda, reforçou a análise da equipe médica e criticou a suspeição sobre o diagnóstico. Ele lembrou que o órgão possui um canal para fornecer esclarecimentos sobre notícias falsas acerca de temas sobre saúde. O canal pode ser acessado tanto pelo site da pasta (http://www.saude.gov.br/fakenews) quanto pelo Whatsapp, no número (61)99289-4640.

“Os alunos irão desenvolver projetos que envolvem diferentes disciplinas e habilidades linguísticas, e terão que apresentar o projeto final para a banca de diretores da INTO USF” conta Luciana Calixto, desenvolvedora do programa. “Após duas semanas de atividades acadêmicas e culturais intensas, eles receberão um certificado de participação durante uma cerimônia especial”

Apesar de desafiadoras, as atividades colocam o aluno em vantagem para aplicar e para ser bem sucedido na universidade, uma vez que permite compreender o sistema de ensino, a cultura e a história dos Estados Unidos. O programa também oferecerá o teste de proficiência IELA, teste que pode ser substituído pelo IELTS ou TOEFL, requeridos para a admissão dos programas de ponte da INTO USF para graduação e pós-graduação.

De acordo com o relatório Open Doors: Report on International Educational Exchange, o Brasil é o quarto país que mais envia estudantes para a Flórida. A University of South Florida é a segunda universidade que mais possui estudantes internacionais no estado, sendo a que mais recebe brasileiros – atualmente são mais de 250 brasileiros inscritos.

Para aplicar ou para saber mais sobre os programas da INTO USF

Divulgação da Noticia – Site BrazilianTimes.com – Fonte: Redação Brazilian Times – Mensagem  Os alunos participam de workshops  – Foto Reprodução Imagem Internet