Presos trabalham na manutenção e limpeza de espaços públicos

Delegacia de Polícia Civil de Jequitinhonha também foi reformada por detentos que cumprem pena no regime semiaberto

Alisson Ferreira dos Santos, de 24 anos, é um dos 26 mil habitantes do pequeno município de Jequitinhonha, localizado no vale de mesmo nome, pertencente à região Nordeste do estado. Junto a cinco colegas, ele realiza serviços de manutenção de praças, parques, prédios e demais espaços públicos da cidade. O detalhe é que Alisson e o grupo que trabalha nas obras de reforma e serviços de manutenção são internos do regime semiaberto e cumprem pena no Presídio de Jequitinhonha. Durante o dia, eles circulam pelas ruas do município, convivendo com demais moradores, contribuindo para a limpeza e estética da cidade.

Alisson Ferreira dos Santos, de 24 anos, é um dos 26 mil habitantes do pequeno município de Jequitinhonha, localizado no vale de mesmo nome, pertencente à região Nordeste do estado. Junto a cinco colegas, ele realiza serviços de manutenção de praças, parques, prédios e demais espaços públicos da cidade. O detalhe é que Alisson e o grupo que trabalha nas obras de reforma e serviços de manutenção são internos do regime semiaberto e cumprem pena no Presídio de Jequitinhonha. Durante o dia, eles circulam pelas ruas do município, convivendo com demais moradores, contribuindo para a limpeza e estética da cidade.

Buscando novas parcerias

Com o objetivo de abrir novas frentes de trabalho, incluindo os presos do regime fechado, a direção do Presídio de Jequitinhonha tem dialogado com a Prefeitura Municipal de Joíma. A cidade, que pertencente à mesma comarca de Jequitinhonha, estuda a parceria para a implantação de uma fábrica de blocos em área próxima ao presídio e, os materiais produzidos, serão utilizados na pavimentação das ruas do município.

O diretor do Presídio de Jequitinhonha, Rodrigo Xavier Leandro, explica que está satisfeito com o interesse demonstrado pelas prefeituras locais para contribuir com a reintegração dos internos à comunidade. “O próximo passo é buscar apoio da sociedade civil, por meio de empresários da região para aumentarmos as cartas de emprego oferecidas para presos do regime semiaberto”.

O gestor está em contato com uma fábrica de sal e outra de feno interessadas em parcerias, e já possui internos do presídio trabalhando no cultivo de bananas, aproveitando que a produção do fruto é um potencial da região.

agencia Minas – divulgaçã da Noticia – Foto Divulgação/Seap