Depois de desilusões e pegar Covid, imigrante diz que sonho americano vale a pena

Já se passou mais de um ano desde que Carlos Joaquin Salinas fez a difícil jornada da Guatemala para os Estados Unidos para pedir asilo e começar uma nova vida. Ele viu como o coronavírus fez o impensável, adoecendo e matando muitos e quase destruindo a economia.

Ele teve seu próprio contato com o vírus, que já matou quase 200 mil pessoas nos EUA, e conhece pessoas que morreram da doença.

O imigrante viu chefes tirando vantagem dele e de outros, pagando menos da metade do salário que um cidadão dos EUA recebe, entre outras explorações.

Ele trabalhou em uma equipe de jardinagem, cuidou de uma barraca em um mercado de pulgas e na área de construção.

Em casa, a esposa que ele sustentava ficou tão estressada e deprimida que começou a beber e várias vezes o traiu.

Mas Carlos Joaquin não se abalou. Ele está trabalhando duro – constantemente – e está confiante em seu grande experimento norte-americano. Em fevereiro, tomando goles de Topo Chico e começado tacos de carne, ele confessou que fez um grande avanço. Seu sacrifício está valendo a pena.

“Se eu fosse deportado amanhã”, disse ele com segurança. “Eu faria tudo de novo. Eu voltaria”. Meses depois, mesmo após sofrer com um provável caso de COVID-19, ele diz praticamente a mesma coisa.

O Dallas Morning News compartilhou pela primeira vez a história de Carlos Joaquin em abril do ano passado. Ele e seu filho de 10 anos de idade entraram nos Estados Unidos um mês antes, depois de terem sido enganados e roubados por coiotes que os contrabandearam para o norte por US $ 6.000.

Dois membros de sua família foram mortos por gangues na Guatemala e as mudanças climáticas estavam dificultando a agricultura a cada ano. Ele vendeu um terreno para financiar sua viagem, com destino aos EUA para trabalhar, mandando dinheiro para casa para sua esposa e dois outros filhos.

Hoje, depois de muito sofrimento, ele afirma que valeu a pena.

Divulgaçao da Noticia – Site BrazilianTimes.com – Fonte Redação Brazilian Times – foto Reproduçao Imagem Internet