Brasileiro com Esclerose Lateral Amiotrófica precisa de ajuda para se tratar em Danbury (CT)

No ano de 2017, o capixaba residente em Linhares, Gilvani Constâncio sentiu dores nos músculos e após alguns exames, foi revelado que ele sofria de Esclerose Lateral Amiotrófica, mais conhecida por ELA. Esta doença afeta o sistema nervoso e enfraquece os músculos, além de interferir nas funções físicas.

Nessa doença, as células nervosas se quebram, o que reduz a funcionalidade dos músculos aos quais dão suporte. A causa é desconhecida. O principal sintoma é a fraqueza muscular. Medicação e terapia podem retardar a ELA e reduzir o desconforto, mas não há cura.
Com o tempo, o doente vai perdendo a capacidade funcional e não consegue cuidar de si mesmas. Ainda, segundo informações médicas, geralmente o paciente morrer após três a cinco anos depois de diagnosticado. Mas cerca de 25% deles sobrevivem por mais de cinco anos depois do diagnóstico.

Para se encaixar nas estatísticas do que sobrevivem à esta doença, Gilvani conta com o apoio do irmão, Evandro Constâncio, que reside na cidade de Danbury, em Connecticut. Ele abriu uma página no Go Fund Me para arrecadar US$40 mil e assim colocar o irmão em uma nova pesquisa chamada Túnel Térmico do Cérebro (BTT, sigla em inglês).

Segundo Evandro, este novo tratamento está sendo testado em pacientes com doenças neuro-degenerativas, como a ELA e a pesquisa faz parte de um documentário sobre o médico e pesquisador das renomadas universidades de Harvard e Yale, o brasileiro Marc Abreu.

Evandro destaca que o médico descobriu uma nova tecnologia que transformou o mundo da medicina. “Gilvani viu com seus próprios olhos dois pacientes americanos melhorando depois de receber esse tratamento oferecido pelo Dr. Abreu”, disse o irmão. “Para completar essa descoberta incrível, e para a surpresa e alegria de meu irmão, o Dr. Abreu é um brasileiro que fala a mesma língua”, acrescentou.

Ele explica que fez várias tentativas até conseguir entrar em contato com a equipe do Dr. Abreu, na cidade de Westport (CT). No dia 5 de novembro, o médico fez uma avaliação extensa por meio de uma videoconferência e Gilvani foi considerado elegível para começar imediatamente a participar desse tratamento. “O custo é de US$ 36.145 e será feito na clínica do doutor Abreu”, acrescentou.

Como Gilvani mora no Espírito Santo, ele precisa vir viajar para os Estados Unidos com sua esposa, que o ajuda com suas limitações físicas. De acordo com Evandro, a diferença de custo entre o valor do tratamento e a quantidade que a campanha solicita vai ser usada para ajudar o irmão e a esposa a custear a viagem.

Quem quiser ajudar, o link para doação esta no site e até a tarde de terça-feira, dia 26, havia sido doado pouco mais de US$4,300.

“Hoje, o Gilvani não tem mais movimentos nos ombros, braços, mãos ou dedos. Recentemente, ele também desenvolveu fraqueza nos membros inferiores e dificuldade na fala. Ele não pode mais trabalhar, não pode mais passear pelo bairro, não consegue mais executar tarefas diárias simples por conta própria. No entanto, sua fé lhe trouxe esperança. Um dia, enquanto assistia TV, deparou com um documentário sobre um médico e pesquisador das renomadas universidades de Harvard e Yale, Dr. Marc Abreu”, escreveu Evandro na página da campanha.

Divulgação da N oticia – Site Braziliantimes.com – Fonte: Redação Brazilian Times –  Reprodução Imagem Internet

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