Após um mês presa pelo ICE em NH, brasileira é libertada

Na manhã do dia 26 de Agosto, a brasileira Roberta Trindade estava dirigindo para o trabalho, quando foi parada por um policial da cidade de Merrimack, em New Hampshire. Após a abordagem, o oficial a encaminhou para o Departamento de Imigração e Alfândega (ICE, sigla em inglês). Desde então, o seu noivo e vários membros da comunidade se uniram para tentar evitar que ela fosse deportada e fosse liberada.

Pelo fato dela ser conhecida na comunidade por ser uma pessoa trabalhadora, com um coração imenso e estar sempre disposta a ajudar ao próximo, muitas pessoas sentiram vontade de ajudar. Roberta ficou presa por cerca de um mês na cadeia de Dover. No dia 3 de setembro, ela compareceu a uma audiência perante um juiz que determinou o valor de sua fiança em US$5000.

Diante disso, uma campanha foi iniciada, pois ainda havia os custos com as taxas do advogado que foram em torno de US$3000. O noivo da brasileira, Hugo Mazzocco não descansou um minuto se quer e foi atrás de tudo e todas as possibilidades para retirar Roberta da cadeia e evitar que ela fosse deportada.

Muitas pessoas abraçaram a campanha e apesar de não atingir o objetivo que era US$9 mil, a brasileira pagou sua fiança e vai responder ao processo em liberdade.

A ativista comunitária e candidata a Secretária de Educação de Nashua (NH), Renata Olszewski, compartilhou no dia 29 de setembro a sua felicidade pela libertação da brasileira. Ela afirmou que conversou com Roberta, que apesar de estar bastante feliz por estar livre, ainda precisa se recuperar do tempo em que passou presa. “Por isso ela não apareceu nas redes sociais para agradecer a todos que colaboraram”, fala desmentindo os boatos de que ela havia sido deportada.

De acordo com Renata, Roberta está imensamente agradecida à comunidade, pois cada doação foi muito importante para pagar a fiança e todas as despesas que surgiram ao longo de sua prisão. “Outra coisa que ela pediu para compartilhar com todos é que não importa o seu caso, jamais desista de lutar”, acrescenta.

Roberta quer que sua história sirva de lição para todos, pois os “imigrantes têm direitos e devem lutar por eles”. Renata cita que casa caso é visto de maneira diferente pelo juiz, mas a força e garra do imigrante em não desistir são fatores importantes para vencer um processo. “Foi assim com Roberta e depois de um período presa, agora ela está em nosso meio”, festeja.

Divulgação da Noticia – Site BrazilianTimes.com – Fonte: Redação – Brazilian Timesfot –  Foto – Reprodução Imagem Internet .

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