Agentes da Patrulha de Fronteira matam motorista que transportava imigrantes na fronteira

Os agentes da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos (CBP, sigla em inglês) atiraram e mataram o motorista de um carro que transportava imigrantes indocumentados em Laredo, no Texas, na sexta-feira, dia 23, depois que o carro deu a ré e atingiu um agente, prendendo-o contra outro veículo.

O encontro aconteceu por volta das 9:40 pm, horário local, quando os agentes da Patrulha de Fronteira (CBP, sigla em inglês), trabalhando com funcionários do Departamento de Imigração e Alfândega (ICE) e do Gabinete da Polícia do Condado de Webb, responderam a uma denúncia sobre um possível contrabando de pessoas.

Os agentes encontraram um caminhão que transportava pessoas suspeitas de terem atravessado a fronteira ilegalmente. Eles começaram a investigar quando outro carro chegou, também transportando imigrantes que teriam entrado ilegalmente no país.

Os agentes da CBP e Homeland Security Investigations, que faz parte do ICE, se identificaram ao se aproximarem do carro.

Mas o motorista “acelerou repentinamente para trás”, prendendo um agente da patrulha e uma pessoa que ele estava averiguando contra outro veículo, de acordo com um comunicado da agência.

“O motorista não respondeu às ordens de parar e os agentes empregaram força letal para impedir a ameaça”, disse o comunicado.

O motorista, que não foi identificado pelo nome, morreu no local. O agente da CBP, que sofreu ferimentos na perna, foi levado a um hospital e posteriormente liberado. Duas pessoas que também estavam no carro ficaram feridas, de acordo com Matthew Hudak, chefe da patrulha do setor de Laredo. Um foi levado para um hospital e teve alta, e o outro permanece hospitalizado.

Hudak disse que o encontro foi um exemplo das “táticas agressivas usadas por contrabandistas”. Ele disse que ficou grato pelo agente e as outras duas pessoas feridas terem sofrido apenas ferimentos leves.

“Infelizmente, houve uma perda de vidas neste incidente, mas os agentes fizeram o que precisavam para proteger seu colega de trabalho e proteger o suspeito que estava sendo averiguado”, disse ele em um comunicado publicado no Facebook

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